O objetivo principal da equipe toda de O POVO já foi parcialmente cumprida. Fazer um Jornal que traga tão e sómente notÃcias de nossa região. Agora, dois anos após sua fundação, iniciamos uma nova fase. Noticiarmos tudo que
acontece em nossa região e fazer com que O POVO chegue a um número maior de leitores.
Essa fase com certeza será bastante difÃcil uma vez termos que captar um número maior de anunciantes já que as despesas aumentam consideravelmente.
História
Imprensa é a designação coletiva dos veÃculos de comunicação que exercem o Jornalismo e outras funções de comunicação informativa — em contraste com a comunicação puramente propagandÃstica ou de entretenimento.
O termo imprensa deriva da prensa móvel, processo gráfico aperfeiçoado por Johannes Guttenberg no século XV e que, a partir do século XVIII, foi usado para imprimir jornais, então os únicos veÃculos jornalÃsticos existentes. De meados do século XX em diante, os jornais passaram a ser também radiodifundidos e teledifundidos (radiojornal e telejornal) e, com o advento da World Wide Web, vieram também os jornais online, ou ciberjornais, ou webjornais. O termo “imprensa”, contudo, foi mantido.
O primeiro jornal em papel, NotÃcias Diversas, foi publicado como um panfleto manuscrito a partir de 713 d.C., em Kaiyuan, em Pequim, na China. Kaiyuan era o nome dado ao ano em que o jornal foi publicado. Em 1041, também na China, foi inventado o tipo móvel. O alfabeto chinês, entretanto, por ser ideográfico e não fonético, utiliza um número de caracteres muito maior que o alfabeto latino europeu. No ano de 1908, os chineses comemoraram o milenário do jornal Ta King Pao (Gazeta de Pequim), apesar de a informação não ter comprovação absoluta.
Em 1440, Gutenberg desenvolve a tecnologia da prensa móvel, utilizando os tipos móveis: caracteres avulsos gravados em blocos de madeira ou chumbo, que eram rearrumados numa tábua para formar palavras e frases do texto.
Na Baixa Idade Média, as folhas escritas com notÃcias comerciais e econômicas eram muito comuns nas ruidosas ruas das cidades burguesas. Em Veneza, as folhas eram vendidas pelo preço de uma gazeta, moeda local, de onde surgiu o nome de muitos jornais publicados na Idade Moderna e na Idade Contemporânea.
Idade Contemporânea.
Esta arte propagou-se com uma rapidez impressionante pelo vale do Rio Reno e por toda a Europa. Entre 1452 e 1470, a imprensa conquistou nove cidades germânicas e várias localidades italianas, bem como Paris e Sevilha. Dez anos depois, registava-se a existência de oficinas de impressão em 108 cidades; em 1500, o seu número era de 226.
No século XIX, os empresários descobriram o potencial comercial do jornalismo como negócio lucrativo e surgiram as primeiras publicações parecidas com os diários atuais. Nos Estados Unidos, Joseph Pulitzer e William Randolph Hearst criaram grandes jornais destinados à venda em massa. Em 1833, foi fundado o New York Sun, primeiro jornal “popular”, vendido a um centavo de dólar. Já The Guardian, um dos jornais mais vendidos do Reino Unido até hoje, surge em 1821.
O Brasil demora a conhecer a imprensa, por causa da censura e da proibição de tipografias na colônia, impostas pela Coroa Portuguesa. Somente em 1808 é que surgem, quase simultaneamente, os dois primeiros jornais brasileiros: o Correio Braziliense, editado e impresso em Londres pelo exilado Hipólito da Costa; e a Gazeta do Rio de Janeiro, publicação oficial editada pela Imprensa Régia instalada no Rio de Janeiro com a transferência da Corte portuguesa.
A Imprensa dos dias
de hoje em
Campos do Jordão
e Região
Hoje, tres Jornais têm edições frequentes em Campos do Jordão, o Campos do Jordão & Cia., A Tribuna e O POVO. Em Santo Antonio do Pinhal e São Bento do Sapucaà circulam o Correio da Serra e O POVO.
Outros circulam com menor frequencia tanto em Campos como nas outras cidades de nosso entorno.
Cada Jornal desses segue uma linha diferente dos demais e diferente de alguns outros segmentos, somos concorrentes colegas, nos falamos e muitas vezes discutimos assuntos comentados em um ou em outro Jornal.
O mais antigo deles é o Jornal Campos do Jordão & Cia. editado pelo amigo Schiavo. Nós de O POVO o consideramos um relator da história de Campos do Jordão. Há anos escrevendo, diagramando, fotografando com a ajuda de sua esposa e de seu filho Cadu [publicitário] é um exemplo de um noticiário limpo, que tem como alvo principal o turismo e as belezas de Campos do Jordão, região e litoral norte.
A Tribuna de Sérgio Cardoso, relata casos policiais, polÃtica com grandes cobranças e artigos socio-culturais. Nesse Jornal voce também encontra notÃcias do esporte nacional.
O Correio da Serra trás em seu conteúdo um amplo conteúdo publicitário comercial principalmente de Santo Antonio e de São Bento do SapucaÃ. Ainda existem o Jornal Regional que escreve matérias sócio-comerciais e mensagens diversas. O gazeta de Campos do Jordão que surgiu no ano passado com amplo apoio polÃtico a atual gestão de Campos do Jordão e o Jornal Dom Romero do colega Ruben que mostra a cultura Peruana.
Nós de O POVO há dois anos temos contado com o ensinamento que todos esses editores nos passaram durante anos.
Nossa linha jornalistica é noticiar coisas nossas, daqui de nossa região. Nosso pensamento principal é com a gente que nos cerca, nosso povo.
BOA TARDE GOSTARIA DE ESCREVER UMA COLUNA SOBRE O Sr. MARIO PEREIRA ( NÃO É NENHUMA CRITICA), GOSTARIA DE SABER SE É POSSIVEL E QUAL O PROCEDIMENTO.
ATT NATALIA.